TBT Gamer | A história por trás dos babalities de Mortal Kombat

Relembre a história de pirraça por trás das primeiras críticas que a franquia recebeu sobre sua violência

Publicado em 7/5/2021
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Em 2021, a franquia de Mortal Kombat vai completar nada menos que 29 anos. E prestes a virar trintona, ainda existem algumas “lendas” que permeiam os bastidores e escolhas desse que é um dos jogos de luta mais famosos de todos os tempos. Uma dessas lendas é a história por trás dos Babalities, a finalização que transforma os oponentes derrotados em criancinhas inofensivas.

Uma das coisas que os mais novos neste game podem se perguntar é “como que isso surgiu no jogo?” Bom, resposta para isso vem lá nos primórdios dessa franquia, em 1993. Nesta época, Mortal Kombat começava a ganhar muita fama, mas juntamente com a admiração pela inovação, vinha também uma movimentação para taxar o game de ultra violento. Afinal, arrancar uma cabeça e ostenta-la enquanto ela tem a coluna vertebral escorrendo sangue era um pouco demais para muita gente.

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Sub-Zero e um fatality que não sairia da cabeça de ninguém. (Imagem: Reprodução)

E diante do “mi mi mi” (sim, ele já existia nos games), os desenvolvedores resolveram debochar disso de uma maneira criativa. E na edição seguinte, ao invés de um final sangrento, os oponentes derrotados ganhavam a opção de serem finalizados de maneira fofa, virando apenas bebês, criando assim uma tiração de sarro extra para quem jogava o game. E assim como nos fatalities, os babalitites (baby + Fatalitity) também demandavam uma combinação de botões que precisaria ser acionada na hora do “Finish Him/Her”.

Raidin. (Imagem: Reprodução)

A zoeira dividiu opiniões, mas no geral deu certo. E nas edições seguintes (mais especificamente em Mortal Kombat 3, e suas outras versões, Ultimate Mortal Kombat 3 e Mortal Kombat Trilogy), a finalização fofa foi ficando cada vez mais sofisticada e isso chegou ao auge em Mortal Kombat 11. Nesta última edição, a maioria dos bebês ainda paga um pequeno mico antes de cair no choro. Confira como ficaram todos desta vez:

Vale destacar também que Mortal Kombat II ganhou um reforço nesse deboche, que foi a estreia do “Friendiship”, onde ao invés de matar, palhaçadinhas eram feitas pelo ganhador. Sub-Zero de sorveteiro, Liu Kang dançarino, Jax fazendo origami, Sheeva malabarista… e mais uma série de zoeiras que não tiraram a violência do game, só alimentaram a treta.

O tempo passou e isso já nem é discutido mais no game, mas mesmo assim, a zoeira já virou tradição no game. E tradição se respeita.

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