Parasonic e Mattel
Imagem/Montagem: Divulgação

Na era dos videogames temos um destaque de empresas como: Sony, Microsoft e Nintendo, porém como o sol não brilha para todos, no final da história e para que essas listados acima chegasse aonde estão, teriam que passar por outras empresas.

Nesse TBT relembramos alguns consoles bizarros (sem contar os feios) que chegaram ao mercado por grandes empresas, porém obtiveram tiveram sucesso. Talvez numa época errada, necessidade de implementar coisas demais, ou ideias fora de seu tempo.

Parasonic

Enquanto a Playstation fazia o lançamento do PS2 ao redor do mundo, em meados do início dos anos 2000, a Parasonic juntamente a Nintendo lançavam o Parasonic Q.

O console era uma junção do Gamecube com entrada para CD, até aí nada superinteressante já que o da concorrente, Sony também da faziam o mesmo. O fim do console foi trazido por seu alto valor em 2003, vendendo menos de 100.000 peças em todo mundo. Hoje o cosplay de caixinha de JBL é considerado uma raridade.

HyperScan

Até a empresa de brinquedos da Mattel se aventurou nos games com HyperScan. Tentando apostar em método inovador, a Mattel desenvolveu um console que rodava jogos via scan de cartas. É interessante lembrar que o que conhecemos como pack de personagens hoje, o console fazia por meio das cartas lá em 2006

Mesmo custando apenas 70 dólares, infelizmente num mercado com Xbox 360 e PS3 consolidadas ele não obteve tanto sucesso. Nesse período de lançamento o console sofreu diversas reclamações sobre problemas no escaneamento e loadings demorados, o que custou seu fim um ano depois.

PV-1000

Imagem: Divulga

Muitos podem conhecer a CASIO por conta de seus aparelhos eletrônicos como até mesmo relógios de pulso, porém é correto afirmar que a empresa se aventurou nos 80 em produzir um console intitulado como PV-1000.

O eletrônico usava um joystick ao estilo Atari e saiu rapidamente de linha, dado o fato que o NES, conhecido também como Nintendinho, entrava em ascensão no mesmo período. No fim, parece que a Nintendo salvou a empresa do prejuízo, já que o console tinha sérios problemas pela memória RAM limitada em 2 KB.

Pioneer LaserActive

Imagem/Créditos: Videogame Library

Se tem empresa de brinquedos e relógios, porque também não ter de som automotivo?! Em 1993 alguém da Pioneer teve a brilhante ideia de lançar o console juntamente a SEGA e NEC.

Na época, a ideia não foi nada boa aos gamers, já que era necessário desembolsar mais de R$ 1.500 dólares (R$ 8388,75 reais, atualmente) para equipar o console com todas as peças. Outro fato bizarro do console era o valor dos games, que avaliados em R$ 200 dólares (R$ 1,118 reais, na cotação atual).

Polystation

Vale a pena também lembrar do lendário Polystation, um clone do Nintendinho com a carcaça do PlayStation 1, porém logo na entrada de disco, percebia-se que ele na verdade era um encaixe para cartuchos. Embora não seja um console oficial de nenhuma das marcas Polystation entra como menção honrosa.

O videogame foi fabricado na China, e suas peças na verdade eram falsificadas, fruto de contrabando. Porém, isso não impediu que ele tivesse vendas razoáveis e acabasse se tornando famoso no Brasil.

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