Rensga
Imagem: Rensga

A peneira da Rensga caminha para a grande final. A seleção que começou no início do mês teve a participação de quase mil jovens, com idade entre 18 e 22 anos, de todos os estados brasileiros. Eles passaram por prova (eliminatória), campeonato e entrevista e agora 50 disputarão as 15 vagas abertas para os times Academy (base), GO (apenas goianos) e PRO além de 1 técnico e 1 analista para cada uma das equipes.

“Estamos com uma expectativa muito alta para a grande final. Fomos surpreendidos com uma boa participação feminina e há a possibilidade até de um casal se enfrentar na decisão”, adianta o CEO da Rensga, Djary Veiga. Ou seja, vai ter uma menina na final!

Ninguém gabaritou a prova, mas não faltaram surpresas e situações incomuns. Tudo contou para avaliar o comprometimento e o interesse na busca por uma vaga. “O problema de falta de energia em Goiânia, onde estavam concentrados a maior parte dos participantes, também nos afetou. De diversos pontos da cidade recebemos mensagem de jogo pausado”, conta Djary.

Mas também teve pai e mãe que mandou desligar o jogo no meio do campeonato; ausência de jogadores por motivos de morte na família; consulta médica e até quem teve de conciliar a disputa com o vestibular. Acha que acabou? Teve mais!

Troca de posições na hora do jogo e jogadores ocultos também foram estratégias da comissão organizadora para avaliar a capacidade o comportamento dos inscritos em situações de estresse. “Todo o processo foi realizado como se fosse uma seleção de emprego de verdade”, pontua o CEO.

Nas entrevistas mais desafios. “O mais relevante para nós era sentir o nível de envolvimento das pessoas com o projeto; afinal de contas algumas terão de mudar de suas cidades atuais para Goiânia”, finaliza.

O que esperar da final

Será o primeiro grande evento da Orbi Gaming, que será a casa da Rensga, além dos 50 selecionados para a disputa final, cowboys de todo o Brasil estarão na arena. “Será, oficialmente, o início de um projeto grandioso de desenvolvimento dos esportes eletrônicos na região Centro-Oeste”, antecipa Djary Veiga.