Gamificação
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Há pelo menos uma década atrás, a utilização de Realidade Virtual na medicina era coisa limitada aos filmes de ficção científica. E se usar VR na medicina era algo improvável, utilizar os games na educação de qualquer área já ultrapassaria os limites do absurdo. Por outro lado, os simuladores já eram muito utilizados nas áreas militares para treinamento de seus soldados. Ao mesmo tempo, a realidade virtual já colaborava na fabricação de aviões e também em esportes como a Fórmula 1.

Na medicina, todavia, os últimos anos foram cedendo terreno às inovações que se propunham a dinamizar várias ações da área. Assim, conforme o tempo foi passando, foi ganhando força o termo “gamificação“, que é originada do termo em inglês “gamification”, e trata-se do uso de técnicas de jogos, majoritariamente virtuais, para cativar pessoas por intermédio de desafios constantes e bonificações.

Desta maneira, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de firmar uma promissora parceria por meio de seu Centro de Inovação e Educação em Saúde com a MedRoom, edtech que usa Realidade Virtual e conceitos de gamificação no treinamento de universitários. O Hospital incorporará o VR da startup como mais um recurso educacional no processo de ensino e aprendizado de estudantes de cursos técnicos e tecnológicos, graduação e pós-graduação da área médica e multiprofissional de saúde.

Com a MedRoom, são visualizadas com grande realismo todas as partes do ser humano sem a necessidade do uso de cadáveres. O Hospital também visa a aumentar o acesso à realidade virtual da MedRoom por meio da produção conjunta de um escape game – jogo no qual o participante está imerso em um espaço e precisa solucionar charadas para sair – com temática de saúde. De fato, o jogo virou, e todos ganharam com isso.