Fortnite-Running-Man
Quem quiser uma grana pelo jeito vai dançar.

Fortnite acaba de se livrar de vez de mais um processo. Desta vez, a ação judicial que reivindicava os direitos do emote de Running Man está tida como improcedente. O processo corria em nome de Jared Nickens e Jaylen Brantley, ex-jogadores de basquete da Universidade de Maryland, que se colocavam como responsáveis por popularizar o Running Man Challenge anos atrás.

O processo por violação de direitos autorais foi aberto em fevereiro de 2019, depois que a dança foi popularizada em 2016 e viralizou. Vale lembrar que a empresa já enfrentou processos como estes anteriormente, onde o responsável pela coreografia entende que a desenvolvedora do jogo, que vende essas performances, lucra indevidamente em cima de seus movimentos popularizados.

Um dos casos mais famosos foi o de Alfonso Ribeiro, o Carlton, de um Maluco no pedaço, que também tentou reivindicar os direitos de sua dancinha icônica e perdeu.  Relembre a dancinha:

Nickens e Brantley estavam buscando US $ 5 milhões em indenização pelo processo de direitos autorais antes que este fosse julgado improcedente. Não conseguirão nada. Relembre o passo da dupla:

O advogado da Epic Games, Dale Cendali, mencionado anteriormente durante a batalha legal de 2 Milly sobre o emote “Swipe It”, “Ninguém pode possuir um passo de dança . A lei de direitos autorais é clara: passos de dança individuais e rotinas simples de dança não são protegidos por direitos autorais, mas são os blocos de construção da liberdade de expressão, que são de domínio público para coreógrafos, dançarinos e público em geral usarem, apresentarem e se divertirem“.

Confira abaixo algumas inspirações de dança em Fortnite: