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VEJA

Mercado pode ter sistema de “gorjeta” para games

Um sistema muito único para o games
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Observatorio de Games Controle Xbox
O controle feito de lixo (foto) é só uma das boas iniciativas ecológicas que fez a Microsoft. Agora é a vez de evitar ainda mais lixo.
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Mike Ybarra, anteriormente à liderança da Blizzard antes de sua aquisição pela Microsoft, propôs através de sua conta no X/Twitter um novo sistema de “recompensa” para jogos. Ele sugeriu a possibilidade de contribuir com um adicional de US$10 (R$51,57 na cotação atual) ou US$20 (R$103,15 na cotação atual) para a equipe de desenvolvimento após a conclusão dos créditos de um jogo, citando exemplos como HZD, GoW, RDR2, BG3, Elden Ring, entre outros, como experiências que justificariam tal incentivo financeiro.

Embora reconheça que o preço inicial de US$70 (R$361,01 na cotação atual) para jogos já seja considerável, Ybarra expressou o desejo de ter essa opção após concluir certos jogos que considera excepcionais. No entanto, ele também ponderou que muitas pessoas estão cansadas de dar gorjetas, o que poderia limitar a aceitação desse modelo nos games.

As declarações de Ybarra foram recebidas com controvérsia, especialmente entre os desenvolvedores independentes, que apontaram que a maioria dos jogos mencionados pelo executivo são títulos de grande orçamento (AAA), sugerindo que o sistema de recompensa proposto não beneficiaria diretamente os desenvolvedores, mas sim os detentores das propriedades intelectuais.

Além disso, críticas surgiram em relação à eficácia das gorjetas como uma forma de apoiar os desenvolvedores, com muitos questionando se esse dinheiro adicional chegaria realmente às mãos das equipes de criação ou se seria apenas um acréscimo nos lucros das corporações. A ausência de comentários posteriores por parte de Ybarra após a publicação de sua sugestão contribuiu para intensificar o debate em torno dessa questão.

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