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Controle de PS5 é usado em fertilização artificial

Uma equipe de engenheiros da Espanha criou um robô injetor de espermatozoides que pode ser o primeiro a fertilizar um óvulo humano.
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PS5 controle
(Imagem: Sony)
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Uma equipe de engenharia disse que seu robô injetor de espermatozoides foi o primeiro a fertilizar com sucesso um óvulo humano. Além disso, esse robô é controlado em parte por uma peça de tecnologia que você pode encontrar em sua própria casa, caso tenha um, no caso o DualSense da Sony, o controle que vem com o PS5.

“Eu estava calmo. Naquele exato momento, pensei: ‘É apenas mais um experimento'”, disse o estudante de engenharia Eduard Alba ao MIT Technology Review. Alba faz parte de uma equipe de engenheiros baseada em Barcelona que projetou o robô e depois o enviou para Nova York para realizar o procedimento.

Esses pesquisadores agora dizem que os embriões fertilizados pelo robô nasceram como bebês saudáveis. Conforme relatado, essa pesquisa faz parte de um esforço contínuo de várias empresas iniciantes para automatizar a fertilização in vitro (FIV). Atualmente, a fertilização in vitro é um procedimento caro que só está disponível para quem pode pagar por ela, e startups como a Overture Life (empresa que fabricou o robô) esperam mudar isso.

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A empresa levantou cerca de US$ 37 milhões em financiamento para atingir esse objetivo. A Overture disse ao MIT Technology Review que prevê um futuro em que todo o procedimento possa ocorrer dentro de uma caixa automatizada “onde espermatozoides e óvulos entram e um embrião sai cinco dias depois”. Outros especialistas são menos otimistas, observando a precisão e os cuidados necessários para a fertilização in vitro e os resultados arriscados se tudo não estiver exatamente certo.

“Você pega um espermatozoide, o coloca em um óvulo com o mínimo de trauma, da forma mais delicada possível”, disse Zev Williams, diretor da clínica de fertilidade da Universidade de Columbia, ao MIT Technology Review. Por enquanto, “os humanos são muito melhores do que uma máquina”.

Via: Kotaku/MIT Technology Review/Gamespot

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